Especial Business: Paulo Cavalcanti




Paulo Cavalcanti se considera um ser “ego-consciente”, construtivo, autossustentável, imortal e invencível, até que a sua vida acabe. Para ele, ser “ego-consciente” é ter a consciência de que o melhor para si é o melhor para todos. Ser construtivo é sempre querer construir: a si próprio como ser humano, relações sadias, equilíbrio, resiliência, paz, amizades, trabalho, competências e eficiência. Ser autossustentável é ser capaz de trabalhar, servir, prestar serviços, ser produtivo e útil, mantendo-se valorizado na sua independência financeira e emocional. Ser imortal é viver cuidando do corpo e da mente, não tendo medo da morte e, principalmente, não se preocupando com ela. E ser invencível é exatamente ter a sabedoria de que você é capaz de mudar, capaz de suportar frustrações, decepções, perdas e superá-las, adaptando-se; é a sua resiliência. “Até que a vida acabe” é a síntese da lógica, enquanto vive, vive com significado, fiel aos seus propósitos.


Para Paulo, a vocação nasce com cada um de nós. Ser empreendedor é um talento, assim como jogar futebol, cantar, pintar, ser um político, ser um líder espiritual. Alguns são mais talentosos, outros, menos. Existe, para ele, uma grande diferença entre empresários e empreendedores: “É claro que todo empreendedor é um empresário, mas nem todo empresário é um empreendedor”, destaca.


Ainda de acordo com Paulo, amar e ser amado, construir uma família, vê-la crescer, ter netos e ter consciência desta oportunidade que é viver são atitudes que constituem a base sólida para construir outros sonhos paralelos, como realizar os planos empresariais.


Ele sempre teve a capacidade e a visão de enxergar oportunidades em atividades e segmentos distintos como: distribuição de produtos químicos, transportes, logística, saneamento, indústria e educação. Foram muitos negócios realizados com atuação em todo o território nacional, o que o colocou em contato com as muitas culturas brasileiras. Além disso, importou e exportou diversos produtos químicos, tendo a oportunidade de negociar com chineses, turcos, mexicanos, norte-americanos, argentinos e pessoas de muitas outras nacionalidades.


A sua distribuidora de produtos químicos foi a quarta maior da América Latina, tendo sido líder nacional na comercialização de produtos como soda cáustica, hipoclorito de sódio, bicarbonato de sódio, ácido sulfúrico, entre outros. Paulo estudou Direito na Universidade Católica de Salvador (UCSAL), depois dos 50 anos de idade, e se tornou advogado. “Tive a oportunidade de montar o meu escritório, ser consultor, conselheiro e agora também vice-presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB) e, assim, ter representatividade para defender os direitos dos bons empresários baianos”.


Paulo conta que “turbulência é pouco” para o que viveu depois de 17 de agosto de 2011, (Operação Alquimia). “Um tsunami de erros, um absurdo, um desastre sem precedentes na história das operações da Polícia Federal”, pontua.


A expectativa para os próximos dois anos é espetacular. Para Paulo, o Brasil já está crescendo, os investimentos estão acontecendo e os juros baixos; ele acredita que virão anos de crescimento. “O empresário que não estiver atento à tecnologia, à nova forma de fazer negócios, às fintechs, startups, à Inovação 4.0, à Internet das Coisas, à Inteligência Artificial, às redes sociais, vai ficar para trás”.


Para isso, o empresário aguarda ansioso pelas reformas tributária e administrativa, jul - gando-as imprescindíveis para a melhoria do ambiente empresarial e para o aumento da segurança jurídica. “O atual governo é liberal, pró-empresa. É preciso organizar melhor, com eficiência nas cobranças das nossas necessidades, para destravar setores que aumentam a burocracia, atrasando e desestimulando o empreendedorismo no nosso país”, pontua.


Paulo ainda frisa que o Estado está para servir e facilitar o crescimento e o desenvolvimento das empresas e não para atrapalhar, mas é necessário ajudar o governo, com aproximação, dialogando, apresentando soluções e propostas técnicas e convincentes, pois os concorrentes não estão aqui, estão lá fora, então é preciso se unir em busca de um Brasil mais rico e próspero. Para ele, só se combate a pobreza e se protege o meio ambiente com a produção de riqueza e um bom nível de educação.

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