Aos 100 anos, morre violoncelista Aldo Simões Parisot

Do Estadão Conteúdo

Rodeado de seus quadros e a família, o violoncelista brasileiro Aldo Simões Parisot morreu no sábado (29), enquanto ouvia Bidu Sayão cantando A Casinha Pequenina e as Bachianas Brasileiras no. 5, de Villa-Lobos".


Foi assim, poeticamente, que o portal oficial do "mais importante professor de violoncelo dos Estados Unidos" anunciou sua morte, aos 100 anos, completados em 28 de setembro passado. Parisot ensinou por 60 anos na Universidade de Yale. Só se aposentou três meses atrás. E foi, sem dúvida, um dos grandes músicos do século 20, "o maior violoncelista que vi tocar", segundo outro virtuose, o húngaro Janos Starker.


Nascido em 28 de setembro de 1918 em Natal, no Rio Grande do Norte, ele e o irmão Italo Babini aprenderam violoncelo com o padrasto Tomazzo Babini. Prodígio, deu seu primeiro recital aos 6 anos de idade e aos 12, já no Rio de Janeiro, solou com a Orquestra Sinfônica Brasileira.

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